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Você é portador de rinite alérgica?

Você é portador de rinite alérgica?

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Se você apresenta espirros, coriza, lacrimejamento, coceira no nariz, na garganta, nos olhos ou tosse frequente ou está constantemente com o nariz congestionado, você pode ser um portador de rinite alérgica.

Para as pessoas com rinite alérgica, situações simples como receber flores, fazer uma faxina em casa, encontrar alguém perfumado, pode se tornar um transtorno. Isso porque essas pessoas apresentam respostas exageradas da mucosa nasal quando entram em contato com algumas partículas, são as chamadas reações alérgicas. As principais partículas desencadeadoras desses sintomas são: a poeira doméstica, pelos de animas (cão, gato, hamster), pólens de flores (grãos minúsculos) e fumaça de cigarro.

A rinite alérgica não é uma doença grave, mas interfere na qualidade de vida e frequentemente está associada à asma, otites, sinusites, respiração oral, gerando problemas dentários e alterações do sono.

Portanto, se você apresenta esses sintomas busque um otorrino para fazer uma avaliação. Mantenha sua casa ventilada, evite bichos de pelúcia, tapetes, cortinas e almofadas, mantenha os animais na parte externa da casa, passe o pano úmido na casa e nos móveis, ao invés de varrer, e faça, diariamente, a higiene do nariz, lavando com soro fisiológico.

Autoestima Itinerante

Autoestima Itinerante

A equipe multidisciplinar, responsável pelo Autoestima Itinerante, não se esqueceu do mês em que se comemora o Dia das Mães. No penúltimo dia de maio (30), o programa, conhecido por atuar em datas especiais para as mulheres, promoveu para as pacientes da Oncologia um momento de beleza, com direito a sessão de maquiagem e oficina de utilização de lenços, de diversas maneiras.
O Autoestima Itinerante é um autêntico programa de cuidado, pois ele tem como principal objetivo estimular no paciente oncológico a consciência sobre a importância do autocuidado, em especial durante o tratamento, no qual é primordial se ter momentos de bem-estar e renovação. “Embora eu não tenha o hábito de me maquiar e/ou outros recursos para confirmar a minha beleza (eu disse confirmar), gostei da experiência. Muito gentis e atenciosas, as profissionais fizeram um bom trabalho comigo. Elogio a iniciativa, uma vez que, nesses momentos de intervenção médica, ficamos mais fragilizados e ter a oportunidade de abstrair do procedimento, com atividade tipicamente feminina, fez e faz toda a diferença. Obrigada. O resultado foi lindo!”, declarou a paciente Maricélia Rosário.

Obesidade na Infância

Obesidade na Infância

Mudança no estilo de vida da criança e na cultura familiar são fundamentais para reverter o problema

Estimular a prática de atividades simples como correr, brincar de esconde-esconde e manter uma alimentação com menos frituras, gorduras e açúcares podem ajudar a evitar a obesidade mórbida infantil, problema que se não tratado corretamente, pode desencadear problemas graves como diabetes, hipertensão e até mesmo o infarto. O alerta é do médico, coordenador da pediatria do Hospital São Rafael (HSR), Roberto Sapolnik, em alusão ao Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil (03.06).

“Hoje em dia, as crianças ficam muito tempo na frente da televisão e do computador, se exercitando cada vez menos. Como essa não é uma situação somente dos pequenos, mas sim de toda a família, não adianta mudar apenas os hábitos da criança. É preciso que os pais também tenham a cultura de uma alimentação saudável, e de maior número de atividades ao ar livre, como a prática de esporte, caminhadas e jogos interativos, com o intuito de estimular também o público infantil”, afirma o pediatra. Segundo ele, uma criança é considerada obesa quando seu índice de massa corpórea (peso/altura ao quadrado) está acima da média da sua idade. E isso é avaliado por um profissional da área, como endocrinologista ou pediatra, em consultas médicas regulares.

Mas, não é somente a alimentação e a mudança de hábitos de vida que devem ser focos de atenção dos pais ou responsáveis. Ainda de acordo com Sapolnik, é necessário dar atenção especial ao bem-estar psicológico das crianças, analisar como está a autoestima, as relações no ambiente escolar e familiar. “Criança também tem ansiedade, angústia e até depressão, e estes são muitas vezes os principais fatores relacionados ao sobrepeso”, pontua, alertando que focar somente em aspectos nutricionais pode não ser totalmente eficaz. “Uma criança feliz se relaciona bem com o seu ambiente, e a alimentação será utilizada como fonte de saciedade da fome, e veículo de prazer, e não como fuga para expressar conflitos pessoais não resolvidos”, finaliza.