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Treinamento capacita profissionais da saúde para atendimento a pacientes com AVC.

São 7h30 da manhã e um dos colaboradores da Assessoria de Comunicação (Ascom) do Hospital São Rafael encontra-se em um leito da Emergência com quadro de fraqueza no hemicorpo esquerdo, de instalação há uma hora. Calma! Guma, como é conhecido, não está tendo um Acidente Vascular Cerebral (AVC). É só mais uma sessão de simulação realística promovida pelo time do protocolo de AVC do HSR.
Uma vez por mês estas simulações são oferecidas para que as equipes tenham treinamento contínuo. Elas são abertas a todos os colaboradores do hospital, que podem participar, seja atendendo ao paciente ou como atores, de acordo com a formação que possuem.
“Essa foi a forma que encontramos de envolver o maior número de setores do hospital na cultura de atendimento do AVC agudo. Queremos que todos os colaboradores saibam da importância de promover um atendimento rápido e eficiente para diminuir a chance de sequelas desta doença devastadora que mata uma pessoa no mundo a cada 6 segundos”, explica a médica Suzete Farias da Guarda, professora adjunta de Neurologia da Universidade Federal da Bahia e preceptora da residência de Clínica Médica do Hospital São Rafael.
As vagas para participar das simulações são limitadas a oito profissionais por sessão e quem já teve a oportunidade de participar garante que a experiência ajuda muito a melhorar o cuidado com o paciente. “Como o próprio nome diz, é uma simulação da realidade, que é feita com uma pessoa, em vez de um boneco, quando o profissional da saúde pode se aproximar ao máximo de um atendimento de verdade. Esse tipo de atividade é importante para o desenvolvimento da educação continuada no HSR e, para mim, foi gratificante saber que pude contribuir com esse processo de aprendizagem”, disse Guma Guedes.
O protocolo de AVC do Hospital São Rafael foi implementado já há alguns anos, mas o foco agora é no treinamento contínuo. “Em 2016, filmamos toda a sequência do atendimento, desde a chegada do paciente na emergência e o passo a passo da trombólise, até a admissão em uma unidade fechada. Este filme, que originalmente foi criado para ser usado internamente, está sendo utilizado para treinamento em diversos hospitais de todo o país, e temos muito orgulho que tenha sido filmado em nossa instituição, por nossos colaboradores”, finaliza Dra. Suzete.
A palestra foi transmitida ao vivo, no Facebook, pela página do Café Paliativo Integrativo da Bahia. Até o momento, o vídeo da palestra na íntegra, que já teve mais de 900 visualizações, continua disponível. Confira!