Do auxiliar operacional à presidente do Monte Tabor. Quando no roteiro das peças teatrais promovidas no HSR tem prevista alguma imitação, o colaborador-ator, Adson Macedo, é o primeiro a fazer laboratório para obter informações que possam auxiliá-lo na composição dos personagens. Alguns são mais fáceis, outros nem tanto, mas, para o artista, a imitação mais engraçada, sem dúvida, foi a da gerente de Enfermagem, D. Lúcia Ferreira. E o público deve concordar, pois Adson conseguiu interpretar muito bem o jeito peculiar da gerente. “Lembro-me dos colegas gargalhando durante a apresentação e vivenciar isso é muito gratificante, sem falar que fico livre para rir também”, destacou o rafaelino, que já atuou, inclusive, em minissérie da Rede Globo. “Comecei a fazer teatro muito cedo, desde criança, afinal, baiano não nasce, estreia (rs). E nessa brincadeira cheguei a participar de alguns comerciais e fui figurante da minissérie Canto da Sereia”, revelou o rafaelino.

Adson é mesmo uma figura! Por onde passou – Arquivo Médico, Central de Autorização, Compras, OPME –, fez e conquistou amigos. No atual setor, Relacionamento Corporativo (RC), não é diferente. “Adson é uma pessoa muita querida por toda a equipe do RC e, observamos, que por todos do hospital. Educado, comprometido e está sempre disposto a ajudar. Ele é um gentleman”, declarou Carla Moreira, colega de trabalho.

São 16 anos trabalhando no Hospital São Rafael. Quando aqui chegou, ele conta que achava tudo muito grandioso e dizia para os amigos que trabalhava em um importante hospital. Hoje, ele entende a percepção que teve lá no início e conhece a importância dessa grandiosa Obra: o Monte Tabor, empresa que proporcionou a ele grandes conquistas e aprendizados. Adson destaca já ter vivido de tudo no Hospital São Rafael, mas destaca que o período de 2012 o faz compreender melhor o que é “Ser Rafaelino”:

“Já vivi um pouco de tudo aqui, mas o período do incêndio de 2012 ficou marcado. Ali, compreendi o espírito Rafaelino, onde todos estavam envolvidos com o único objetivo que era reestabelecer tudo o que foi perdido nas chamas. Isso foi feito com soberania por todos”

Ao ser questionado como se imagina no futuro no HSR, foi categórico: “Contribuindo, contribuindo e contribuindo”. Imediatamente escalado para fazer os personagens. E o trabalho é profissional, pois ele galgou.