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Assistência Religiosa do HSR divulga programação para Semana Santa 2017

Assistência Religiosa do HSR divulga programação para Semana Santa 2017

Como acontece todos os anos, a Assistência Religiosa do Hospital São Rafael (HSR) preparou uma extensa programação alusiva à Semana Santa. As atividades de 2017 estão agendadas para acontecer entre os dias 9 e 16 de abril e movimentarão o hospital, onde serão realizadas uma missa e procissão, na Capela São Rafael, no Domingo de Ramos (09/04), e a tradicional Via Sacra, na Quarta-Feira Santa (12/04), percorrendo as diversas unidades do HSR, revivendo a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Este ano, a Via Sacra será dirigida pelo Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia, Dom Estevam Silva. Clique aqui e confira a programação completa!

HSR apresenta Robô que alerta sinais de sepse

HSR apresenta Robô que alerta sinais de sepse

A ideia de Jacson Fressatto, batizada de #robolaura, surgiu após perder sua filha Laura, por causa da Sepse

O Hospital São Rafael (HSR) recebe na quinta-feira, 06 de abril, o idealizador do projeto “O Sonho de Laura: o robô que salva vidas”, Jacson Fressatto. O analista de sistemas, que desenvolveu um algoritmo de rede neural, capaz de detectar precocemente um possível caso de Sepse (conjunto de manifestações graves produzidas por uma infecção), participa do painel ‘Gerenciamento de Sepse com Apoio da Inteligência Artificial’, promovido pelo HSR, no auditório Luigi Faroldi, a partir das 14h.
O evento é aberto às demais unidades de saúde filantrópicas, públicas e privadas, além de órgãos de classe. O objetivo é difundir a inovação e propiciar que essas entidades tenham a oportunidade de conhecer a tecnologia e estudar a viabilidade de implantação em suas instituições. O HSR será o primeiro no Nordeste a receber o software, que já está em funcionamento no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba e em fase de estudos em instituições de Porto Alegre e Cuiabá. A implementação será discutida entre Fressatto e a diretoria do São Rafael, na ocasião.

O #robolaura surgiu após o idealizador do projeto perder sua filha, que leva o mesmo nome do projeto, com apenas 18 dias de vida, por causa da sepse. O intuito é reduzir as mortes provenientes de infecções generalizadas no Brasil em 5% até 2020. Inicialmente, o sistema estará sendo disponibilizado, sem custos, para os hospitais filantrópicos do país.

Serviço:
Painel Gerenciamento de Sepse com Apoio da Inteligência Artificial
Quando: 06/04/2017
Onde: Auditório Luigi Faroldi, Hospital São Rafael
Horário: 14h

O projeto “Sonho de Laura” e o Robô Laura:
Em 2010, o analista de sistemas Jacson Fressatto viu sua filha Laura falecer de sepse – infecção generalizada – no hospital, aos 18 dias de vida. Nos quatro anos seguintes, dedicou-se a entender como a sepse funciona e desenvolveu um software chamado Laura, um robô, que será usado principalmente nos hospitais filantrópicos para ajudar a prevenir outras mortes desse tipo.

Como funciona o #Laura:
O software funciona cruzando os dados de cada paciente e as chances de desenvolverem algum tipo de infecção, auxiliando no monitoramento dos casos e alertando médicos e enfermeiros, caso algum paciente precise de atendimento.
Dados sobre a sepse:
A sepse é muito mais frequente do que se imagina. No Brasil, assim como na Malásia, o país lidera o ranking de mortes por infecções, com 250 mil pessoas afetadas todos os anos, de acordo com um estudo do Instituto Latino-Americano de Sepse (Ilas), índice mais alto do que doenças como o câncer. No mundo, uma pessoa morre a cada minuto vítima de algum tipo de infecção generalizada e, muitas vezes, a situação não recebe a atenção necessária de profissionais de saúde ou familiares – por isso se torna tão frequente. Com o robô, a ideia é reduzir o número de mortes no Brasil em até 5% até 2020 – parece pouco, mas são 12.500 pessoas que podem sobreviver graças ao uso da tecnologia.

Gratidão marca a celebração do 27º aniversário do Hospital São Rafael

Gratidão marca a celebração do 27º aniversário do Hospital São Rafael

A missa foi celebra na Capela São Rafael, na área externa do hospital.

A celebração foi conduzida pelo capelão do HSR, Pe. Bento Viana.

“Senhor, eu ponho em vós a confiança, sede uma rocha protetora para mim” (Sl 30). A liturgia do dia 14 de março representou bem a prece de um coração agradecido, o coração de todos os rafaelinos por esta caminhada bonita e frutuosa de quem completou 27 anos de vida. E foi com o sentimento de gratidão que colaboradores, pacientes e moradores da comunidade se reuniram, na Capela São Rafael, para participar da Missa em Ação de Graças pelo vigésimo sétimo aniversário do HSR e o nonagésimo sétimo de D. Luigi Verzé (In memoriam).
Durante a celebração, o capelão do hospital, Pe. Bento Viana, falou que ao longo desses 27 anos, os colaboradores continuam mantendo viva a tradição passada por D. Luigi, que está fundamentada na assistência cuidadosa, humana, na ética, na pesquisa, mas, ao mesmo tempo, com um olhar sempre voltado para o futuro. O capelão lembrou também aos presentes a importância de se construir algo sobre uma base sólida, do homem prudente, com valores consistentes. “D. Luigi, os sigilli, médicos, enfermeiros, todos os colaboradores, são as pedras vivas da construção desta Obra, que foi construída sobre a rocha que é Cristo e seus ensinamentos ‘Ide, Ensinai e Curai’. Por isso, veem experimentando, dia após dia, o milagre diante das chuvas, intempéries e dos ventos contrários que aparecem sempre na vida de todos”, destacou Padre Bento, durante a homilia. Em seguida, a presidente do Monte Tabor, D. Laura Ziller, fez as preces comunitárias, pedindo a Deus pela Igreja, pelo Papa Francisco, pelo saudoso D. Luigi Verzé, pelo Hospital São Rafael, pelos pacientes, pela Comunidade Sigilli e por toda família rafaelina. E, ao final da celebração, D. Laura agradeceu. “Só tenho que agradecer hoje. Agradecer a Pe. Bento, pela homilia que toca a todos e que sempre recorda o que é a nossa missão e o seu fundamento, a D. Luigi, pelo legado que nos deixou, e um agradecimento especial a cada um de vocês, porque cada um tem um tijolinho colocado nessa estrutura, com dedicação, esforço, competência e amor”.

 

Conferência com D. Murilo Krieger encerra programação de aniversário

D. Murilo Krieger conduzindo a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A conferência foi realizada no Auditório Luigi Faroldi, no Hospital São Rafael.

Um momento para se falar de devoção, humildade e fé! Assim pode ser classificada a conferência Aparecida: a mãe de um povo – 2017 – Ano Mariano, proferida por D. Murilo Krieger, Arcebispo de São Salvador e Primaz do Brasil, em evento de comemoração pelo aniversário de 27 anos do Hospital São Rafael. Realizada no Auditório Luigi Faroldi, no último dia 16, a conferência contou com a abertura especial do coral do Grupo de Apoio à Criança com Câncer – GAAC, cujos integrantes entoaram belas canções, entre as quais a Ave Maria, de Franz Schubert, Nossa Senhora, de Roberto Carlos, e Romaria, de Renato Teixeira, esta última de improviso e com o reforço da plateia, emocionada, que prestigiou o evento e vibrou, desde a entrada da imagem peregrina, pelas mãos do arcebispo.
D. Murilo iniciou sua fala explicando a importância do Ano Mariano, que teve início em 12 de outubro de 2016 e se encerra em 12 de outubro de 2017, marcando as comemorações pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba do Sul, no Estado de São Paulo. “Não por acaso, a imagem foi encontrada por pescadores, homens muito simples, o que mostra quais são as preferências de Deus. Da mesma forma, Ele escolheu para mãe de Jesus uma pessoa simples, na cidade de Nazaré, que nunca, sequer, havia sido citada na Bíblia, até então”. Explicou D. Murilo, fazendo um paralelo entre o acontecimento que originou a linda história de fé e devoção, hoje concretizada no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, e no papel que Nossa Senhora ocupa na Igreja e perante a fé católica: “o povo de Deus olha para Jesus e vê, ao seu lado, do nascimento à cruz, a presença de Maria, figura importantíssima para a Igreja”, observa o arcebispo. E, nas palavras dele, é para agradecer a essa mãe que 12 milhões de peregrinos visitam anualmente o santuário de Nossa Senhora Aparecida, a mãe que se identifica com os que sofrem, com os que padecem e são explorados e intercede, por eles, junto a Jesus.
Após as reflexões proporcionadas por D. Murilo, o capelão e Sigilo, Padre Bento Viana, agradeceu a presença do arcebispo e suas belas palavras, agradecimento reforçado pela presidente Laura Ziller, que manifestou a intenção de ir ao Santuário de Aparecida com os demais Sigilli, neste ano de 2017. Encerrada a conferência, os presentes tiveram oportunidade de estar pertinho da imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida, dedicando uma prece, admirando e fazendo inúmeras fotos ao lado da Padroeira do Brasil.