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São Rafael Onco – Sexto aniversário

São Rafael Onco – Sexto aniversário

A Unidade São Rafael Onco, localizada na Pituba, é especializada no atendimento em Oncologia adulto e infantojuvenil       Foto: divulgação | Ascom – HSR

Na última terça-feira (16.05), a São Rafael Onco comemorou seis anos de vida. A unidade, sediada no Edifício Millenium Empresarial, na Avenida Magalhães Neto, atende aos públicos adulto e infantojuvenil em múltiplas especialidades no tratamento do câncer. Ao longo desses anos, a unidade acumula a marca de mais de 57 mil atendimentos, entre consultas, procedimentos e quimioterapias, além de muitas histórias de vida e superação. Entre elas, está a de Lorena Fraga, funcionária pública de 36 anos, que fez questão de dar o seu testemunho e parabenizar a unidade e seus profissionais. “Eu entendo o tratamento do câncer como uma guerra e, quando se está numa guerra, ter um exército forte é muito importante. Para mim, esse exército é o São Rafael”. Com essas palavras, Lorena definiu a unidade, que conheceu há quatro anos quando iniciou um tratamento contra o câncer de mama, doença que havia vitimado sua mãe apenas um ano antes. Na São Rafael Onco, ela passou pelas diferentes etapas do tratamento, que incluiu quimioterapia, cirurgia e novas sessões de quimioterapia após a cirurgia. Hoje, em fase de acompanhamento trimestral, ela não tem dúvidas de que escolheu o lugar certo para o seu tratamento, onde se sente gratificada e só deseja o que há de melhor para o seu exército: “vida longa e muita saúde ao São Rafael Onco!”.

Para celebrar os seis anos da unidade, uma bênção foi realizada por Pe. Márcio, da Capela de Campinas de Pirajá. Colaboradores e pacientes em tratamento participaram da celebração e juntos agradeceram pelas bênçãos recebidas. E como a comemoração era de aniversário, bolo não poderia faltar. Após o momento religioso, o público cantou parabéns e confraternizou durante o lanche.

Programa Agente da Educação

Programa Agente da Educação

Laura Ziller, presidente do Monte Tabor, ao lado de Rosário Magalhães, diretora presidente do Parque Social Foto: divulgação | Ascom – HSR

Na manhã do dia 9 de maio, a presidente do Monte Tabor, D. Laura Ziller, participou de um evento do Programa Agente da Educação, no espaço do Projeto Axé, em Pau da Lima. O programa, promovido pelo Parque Social, atua nas escolas municipais com o objetivo de reduzir a evasão escolar e aproximar a família e a comunidade da escola. O São Rafael foi convidado a participar em reconhecimento aos serviços prestados à comunidade de Pau da Lima. Na ocasião, a diretora presidente do Parque Social, Rosário Magalhães, apresentou o Programa Agente da Educação e dados de sucesso alcançados, como números de alunos que retornaram à escola, ressaltou o papel da comunidade e dos pais nesse processo e parabenizou os agentes da educação pelo trabalho realizado. Ainda, agradeceu a presença de Laura Ziller e ao São Rafael por suas contribuições à saúde da Bahia. Na sequência, a presidente do Monte Tabor parabenizou o trabalho de educação e solicitou à coordenadora do Serviço Social do HSR, Viviane Santos, que falasse brevemente sobre o projeto “Ide e Ensinai – HSR nas Escolas”, que tem como objetivo desenvolver ações socioeducativas nas escolas públicas da região de Pau da Lima e São Marcos, visando propiciar aos professores, alunos e familiares uma melhor assimilação de conhecimento acerca de temas relacionados à educação ambiental, promoção da saúde e prevenção de agravos, que permitam, entre outros, melhoria do ambiente e qualidade de vida. Ao final, Viviane entregou a Rosário Magalhães e a subsecretária de Educação, cópia do projeto e relatório anual das atividades desenvolvidas no Hospital São Rafael em 2016. Participaram também do evento a secretária de educação de Salvador, o subprefeito do Bairro de Pau da Lima, coordenador do Distrito Sanitário, representantes comunitários da região de Pau da Lima, São Marcos, Castelo Branco e Pirajá, diretores e alunos das escolas municipais, além de representantes da comunidade em geral.

II Fórum de Qualidade e Segurança

II Fórum de Qualidade e Segurança

O Auditório Luigi Faroldi ficou lotado     Foto: divulgação | Ascom – HSR

Mais uma edição de sucesso. Assim pode-se descrever o II Fórum de Qualidade e Segurança do Paciente do HSR, realizado no dia 11 de maio, no Luigi Faroldi, pela Gerência de Qualidade e Segurança da instituição. Na abertura, a presidente do Monte Tabor, Laura Ziller, cumprimentou os participantes, profissionais de saúde e de comunicação que lotaram o auditório, e destacou o seu sentimento. “Fico feliz de ver sempre mais amadurecida e disseminada a cultura da qualidade e segurança no nosso São Rafael. Aqui, colocamos ao centro das nossas ações e atenções o paciente/hóspede, ao qual deve ser proporcionado sempre o melhor”. Em seguida, o diretor geral Alfredo Martini deu as boas-vindas e explicou a escolha do tema “Comunicação institucional: desafios e perspectivas na saúde”. “A comunicação é um dos fatores críticos para a segurança e qualidade do paciente e nós a escolhemos como o tema do nosso ano. Todas as frentes possíveis, do hospital, estão trabalhando a comunicação ligada diretamente à qualidade assistencial e segurança do paciente e, até o fim do ano, nós teremos aí um projeto de comunicação bastante sólido, a gente espera”. Na sequência, a gerente de Qualidade e Segurança, Jacqueline Canuto, destacou a importância do evento, que teve como objetivo compartilhar as práticas assistenciais para segurança do paciente e repensar o desdobramento da comunicação institucional nas instituições de saúde, o que foi desenvolvido no decorrer das palestras.

Um bate-papo entre psicanalista Walmir Cedotti e o público presente foi um dos momentos mais comentados do evento      Foto: divulgação | Ascom – HSR

Sem dúvidas, a programação cumpriu o que prometeu, a começar pela conferência de abertura, que prendeu a atenção do público.  O psicanalista Walmir Cedotti foi muito feliz na escolha da abordagem para falar de qualidade e segurança pelo viés das relações. Uma conversa informal, como ele mesmo intitulou sua palestra, mas de um conteúdo rico e reflexivo. E para iniciar a sua fala, Dr. Walmir deu um exemplo simples. “Água, fogo, ar e terra, esses são os quatro elementos diferentes que precisam estar numa composição harmônica para que haja vida numa plantinha. A água e a terra são diferentes em suas composições, o ar e o fogo também, mas é a combinação dos diferentes que gera vida. Então, a vida se dá na comunicação, no encontro e no contato desses diferentes”. Esse foi o ponto de partida para abordar a importância da comunicação de forma sistêmica, ou seja, conhecer o todo. “Importa o olhar do cirurgião para o paciente, anestesista, enfermeiro, técnico em Enfermagem, nutricionista, psicólogo etc. É a multiplicidade desses olhares que vai permitir que o paciente seja visto na sua totalidade, desde o ponto de vista do seu corpo físico até o seu corpo psíquico e a sua espiritualidade”, destacou o palestrante, que, entre uma explanação e outra, interagia com os participantes fazendo eles repetirem mensagens de autoconfiança, valorização e, principalmente, frases enfatizando que nós precisamos um do outro para que a vida aconteça. Logo após, as gerentes de Qualidade e Segurança dos hospitais Santa Izabel, Aliança, Cárdio Pulmonar e do HSR participaram da mesa redonda sobre “A comunicação no desenvolvimento de uma cultura de segurança – jornada e desafios”. Na ocasião, elas apresentaram seus serviços e trabalhos desenvolvidos e consolidados para este fim. Já no turno da tarde, o coordenador da Medicina Cardiovascular e gestor de Prática Médica do Hospital Cárdio Pulmonar, Dr. Eduardo Darzé, discorreu sobre o cuidado centrado na experiência do paciente e o valor da comunicação, destacando a importância de redesenhar o sistema, mudar a cultura e, além de saber qual o problema, perguntar o que é importante para o paciente, construindo assim uma compreensão partilhada sobre o problema e o melhor caminho a seguir. Exemplo disso foi demonstrado no painel “A comunicação como fator de sucesso no resultado assistencial – Transplante de Medula Óssea (TMO) do HSR”. Os depoimentos do médico hematologista, Dr. Marco Aurélio Salvino, e das pacientes transplantadas, Larissa Damasceno e Ivanil Miranda, confirmaram a importância de se ter um diálogo aberto com o paciente. Encerrando a programação do fórum, os médicos neurologistas Dr. Bruno Bacellar e Dra. Suzete Farias fizeram uma breve apresentação sobre o Protocolo de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do HSR e ressaltaram o papel fundamental de cada colaborador para a construção do filme de treinamento para atendimento ao paciente vítima de AVC, ratificando o que Dr. Walmir disse na conferência de abertura: nós precisamos um do outro para que a vida aconteça. “Tivemos a oportunidade de refletir um tema de grande relevância para nossa prática, trocar experiências e fortalecer ainda mais o nosso propósito. Reafirmamos a nossa parceria e compromisso, para juntos continuarmos nessa jornada com tantos desafios”, pontuou Jacqueline Canuto.

 

NIP do Laboratório

NIP do Laboratório

Agnaluce Moreira, gestora do Laboratório de Análises Clínicas do HSR, ao lado de Luis Correia, Coordenador de Pesquisa.

O Laboratório do HSR apoia, com frequência, profissionais da instituição na realização de projetos de pesquisa em diversas áreas clínicas. Mas, agora, além desse apoio, o serviço está desenvolvendo o projeto do Núcleo de Inovação de Pesquisa (NIP) do LAB-HSR, que tem como objetivo aproximar a Coordenação de Pesquisa e o Laboratório, catalisando e fortalecendo parcerias científicas entre o LAB e pesquisadores clínicos. Esse projeto foi apresentado pela gestora do Laboratório Agnaluce Moreira aos participantes da Sessão Científica realizada, no dia 10 de maio, no Auditório São Lázaro. “O Laboratório não só prestará serviço de dosagens específicas, mas, também, terá interação na concepção da ideia, viabilização de técnicas, interpretação dos dados e difusão do conhecimento gerado”, declarou Agnaluce. Na oportunidade, Elaine Farias, também gestora do Serviço, apresentou os parâmetros de desempenho de exames laboratoriais que todo pesquisador deve saber. “Sensibilidade de um método analítico – menor quantidade  ou concentração de um analito que pode ser medida, de forma confiável e reprodutiva”, explicou Elaine, garantindo que exames laboratoriais devem ser testados quanto à sua acurácia diagnóstico e prognóstica e que este é foco de interesse dos pesquisadores da área laboratorial.

Em breve, na Intranet, no Painel de Bordo e no Portal da Coordenação de Pesquisa serão divulgadas mais informações sobre o projeto, incluindo a ferramenta com o fluxo de interação entre os pesquisadores e o laboratório.