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Você é portador de rinite alérgica?

Você é portador de rinite alérgica?

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Se você apresenta espirros, coriza, lacrimejamento, coceira no nariz, na garganta, nos olhos ou tosse frequente ou está constantemente com o nariz congestionado, você pode ser um portador de rinite alérgica.

Para as pessoas com rinite alérgica, situações simples como receber flores, fazer uma faxina em casa, encontrar alguém perfumado, pode se tornar um transtorno. Isso porque essas pessoas apresentam respostas exageradas da mucosa nasal quando entram em contato com algumas partículas, são as chamadas reações alérgicas. As principais partículas desencadeadoras desses sintomas são: a poeira doméstica, pelos de animas (cão, gato, hamster), pólens de flores (grãos minúsculos) e fumaça de cigarro.

A rinite alérgica não é uma doença grave, mas interfere na qualidade de vida e frequentemente está associada à asma, otites, sinusites, respiração oral, gerando problemas dentários e alterações do sono.

Portanto, se você apresenta esses sintomas busque um otorrino para fazer uma avaliação. Mantenha sua casa ventilada, evite bichos de pelúcia, tapetes, cortinas e almofadas, mantenha os animais na parte externa da casa, passe o pano úmido na casa e nos móveis, ao invés de varrer, e faça, diariamente, a higiene do nariz, lavando com soro fisiológico.

Obesidade na Infância

Obesidade na Infância

Mudança no estilo de vida da criança e na cultura familiar são fundamentais para reverter o problema

Estimular a prática de atividades simples como correr, brincar de esconde-esconde e manter uma alimentação com menos frituras, gorduras e açúcares podem ajudar a evitar a obesidade mórbida infantil, problema que se não tratado corretamente, pode desencadear problemas graves como diabetes, hipertensão e até mesmo o infarto. O alerta é do médico, coordenador da pediatria do Hospital São Rafael (HSR), Roberto Sapolnik, em alusão ao Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil (03.06).

“Hoje em dia, as crianças ficam muito tempo na frente da televisão e do computador, se exercitando cada vez menos. Como essa não é uma situação somente dos pequenos, mas sim de toda a família, não adianta mudar apenas os hábitos da criança. É preciso que os pais também tenham a cultura de uma alimentação saudável, e de maior número de atividades ao ar livre, como a prática de esporte, caminhadas e jogos interativos, com o intuito de estimular também o público infantil”, afirma o pediatra. Segundo ele, uma criança é considerada obesa quando seu índice de massa corpórea (peso/altura ao quadrado) está acima da média da sua idade. E isso é avaliado por um profissional da área, como endocrinologista ou pediatra, em consultas médicas regulares.

Mas, não é somente a alimentação e a mudança de hábitos de vida que devem ser focos de atenção dos pais ou responsáveis. Ainda de acordo com Sapolnik, é necessário dar atenção especial ao bem-estar psicológico das crianças, analisar como está a autoestima, as relações no ambiente escolar e familiar. “Criança também tem ansiedade, angústia e até depressão, e estes são muitas vezes os principais fatores relacionados ao sobrepeso”, pontua, alertando que focar somente em aspectos nutricionais pode não ser totalmente eficaz. “Uma criança feliz se relaciona bem com o seu ambiente, e a alimentação será utilizada como fonte de saciedade da fome, e veículo de prazer, e não como fuga para expressar conflitos pessoais não resolvidos”, finaliza.

Silêncio e qualidade de vida

Silêncio e qualidade de vida

7 de maio – Dia do Silêncio

A palavra é prata e o silêncio é ouro. Quem nunca ouviu esse ditado?! Pois bem, não por acaso, no próximo domingo, comemora-se o Dia do Silêncio. Celebrada, anualmente, em 7 de maio, a data tem como principal objetivo conscientizar sobre os males que a poluição sonora provoca, interferindo na qualidade de vida das pessoas. Além de consequências físicas, o excesso de ruídos prejudica a concentração e eleva os níveis de estresse.
O tema é tão importante que originou leis, específicas nas cidades, por meio das quais são determinados os níveis de barulho toleráveis para cada tipo de ambiente e horário do dia. Aqui, em Salvador, temos a Lei nº 5354, de 28 de janeiro de 1998 que dispõe sobre sons urbanos, fixa níveis e horários em que será permitida sua emissão e trata de licenças para utilização de aparelhos sonoros, entre outras coisas.
Se o silêncio é tão importante para a nossa vida cotidiana, nos contextos normais de convivência em sociedade, imagine num ambiente hospitalar, onde se encontram pessoas com a saúde debilitada, em busca de tratamento, necessitando de conforto físico e descanso mental! O mesmo se aplica aos profissionais que trabalham nestes ambientes, onde a concentração e a tranquilidade são essenciais para o desenvolvimento de suas atividades. Nesse aspecto, vale a pena uma autocrítica e a reflexão: será que estou fazendo a minha parte para a manutenção de um ambiente saudável e com baixos níveis de barulho, aqui no HSR? E não são simplesmente uma buzina, grito ou gargalhada, que constituem perturbação ao silêncio. Muitas vezes, ela é ocasionada por um tom de voz elevado, uma risada alta e inesperada, o ruído de saltos de sapato ou até mesmo pela ocorrência de várias conversas simultâneas.
Por este motivo, o Dia do Silêncio convida toda a população a separar uns minutos durante o dia e desfrutar do total silêncio. No nosso caso, vale aproveitarmos, também, para refletirmos sobre a importância de se preservar o silêncio e adotá-lo como prática, permanente, em nosso ambiente de trabalho.
O silêncio é uma arma contra o estresse e essencial para recuperar as energias mentais. Aproveite o Dia do Silêncio para iniciar a prática da meditação, ou mesmo para apenas ouvir a si mesmo por alguns minutos!

Let’s Talk: vamos conversar

Let’s Talk: vamos conversar

Cerca de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão.

Hoje, 7 de abril, é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Com o lema “Let’s talk” (“vamos conversar”, em português), a Organização Mundial da Saúde (OMS) deu início a uma campanha sobre Depressão, doença que pode afetar pessoas de qualquer idade, classe social e em qualquer etapa da vida. Estima-se que, atualmente, cerca de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de Depressão. Diferente dos episódios de tristeza de curta duração, que passamos ao longo da vida, a Depressão é uma doença caracterizada por tristeza associada a alguns outros sintomas, como sentimentos de culpa e baixa estima, cansaço, falta de concentração, distúrbios do sono e apetite, que afetam significativamente a capacidade de funcionamento do indivíduo e suas relações pessoais. Nos casos mais graves, a Depressão pode levar inclusive ao suicídio. Hoje, cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano, sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos.
O tema da campanha nos faz refletir sobre a necessidade de conversarmos sobre a doença sem preconceitos, pois, a partir do momento que as pessoas conhecerem melhor a doença, poderão buscar ajuda para prevenção e tratamento. Portanto, se você está percebendo que há algum tempo você ou alguém próximo está apresentando um quadro de tristeza associado a alguns dos sintomas citados acima, converse abertamente sobre os seus sentimentos com o seu médico clínico ou do trabalho para que eles possam te orientar os cuidados necessários. A depressão tem solução.

Tratamento pioneiro entra no rol nacional de procedimentos do SUS

Tratamento pioneiro entra no rol nacional de procedimentos do SUS

Mais de três mil baianos já foram tratados com a nova técnica. | Foto: Divulgação Ascom – HSR

A história da saúde do país ganha mais um capítulo escrito pelo Hospital São Rafael (HSR). Por meio de parceria firmada entre a instituição e a Prefeitura de Salvador, desde 2013, mais de três mil baianos, portadores de varizes crônicas, receberam tratamento por Escleroterapia Ecoguiada com Espuma – uma técnica eficaz, pouco invasiva e que ainda permite rápida recuperação. E, a partir de agora, pacientes de todo o país também poderão realizar o tratamento pelo Sistema único de Saúde (SUS), pois o Ministério da Saúde incorporou o procedimento no rol de cobertura do SUS, garantindo ampliação do acesso ao serviço, para a população de todo o Brasil. A publicação dessa portaria foi realizada, no dia 31 de janeiro, no Diário Oficial da União.
Para ter acesso a escleroterapia com espuma, em Salvador, os pacientes são triados nos postos de saúde da capital onde já fazem acompanhamento clínico. Os casos que preenchem o perfil para a realização do tratamento são encaminhados ao São Rafael, tendo prioridade aqueles que apresentam condição clínica crítica, como úlceras (feridas). “O tratamento é eficaz e de baixo custo. Não é necessária sala operatória, anestesia e internamento. Em vez de retirarmos as varizes cirurgicamente, a inativamos, sem cortes. No ambulatório, injetamos a espuma tratando as varizes e úlceras venosas que são responsáveis pela baixa autoestima da pessoa e até mesmo pelo afastamento do trabalho devido a dores, inchaços, inflamação e diminuição da qualidade de vida”, pontua o médico angiologista, Marcelo Liberato, difusor da técnica no Brasil.

Flexibilidade do jejum para coleta de exames

Flexibilidade do jejum para coleta de exames

Agora, ficou mais confortável realizar exames de sangue. Tudo isso porque, a partir de 16 de novembro, o Laboratório do HSR estará pronto para receber pacientes sem o jejum de 12 horas para fazer a coleta de sangue para exame de glicemia e perfil lipídico (colesterol, HDL-c, LDL-c e triglicérides). A nova regra vale, inclusive, para os colaboradores, que não precisarão mais de jejum para a realização de seus exames periódicos.

Um estudo internacional, divulgado em abril deste ano, reascendeu o debate sobre a necessidade do jejum para a realização de exames de perfil lipídico. E esse tema foi um dos assuntos discutidos no último congresso da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, realizado em setembro de 2016, no Rio de Janeiro. Pois, os exames de colesterol total/frações e triglicerídeos são convencionalmente feitos pelos laboratórios, após 12 horas de jejum do paciente. No entanto, de acordo com a Federação Europeia de Química Clínica e Medicina Laboratorial e a Sociedade Europeia de Aterosclerose, existem vantagens de se utilizar amostras em desjejum em diversos casos.

De acordo com a gestora do Laboratório, Elaine Faria, a unidade do HSR segue as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, que publicou, no dia 13 de outubro de 2016, o posicionamento favorável à flexibilização do jejum para perfil lipídico. “Em certas situações clínicas específicas, em que as concentrações de triglicérides são extremamente elevadas, pode existir a necessidade do jejum. A interpretação do resultado do perfil lipídico do paciente deve ser feita com critério pelo médico solicitante, avaliando: o estado metabólico, a indicação do teste e a estratificação de risco”, declarou Elaine Faria.