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Um exemplo de cordialidade, de presteza, de acolhimento

Um exemplo de cordialidade, de presteza, de acolhimento

Alex Fiais durante o evento de encerramento do Programa Acolha Bem no Hospital São Rafael | Foto: Divulgação Ascom – HSR

Se 2017 foi o ano do Programa Acolha Bem, nada como ter no primeiro Infomail de 2018, na coluna Ser Rafaelino, um exemplo de acolhimento. E para ilustrar bem, mais uma bela história, ou melhor, várias histórias, apresentamos-lhe Alex de Freitas Fiais, vigilante lotado na Segurança Patrimonial do Hospital São Rafael.

Bastaram poucos minutos de conversa e algumas características fundamentais para quem trabalha diretamente com pessoas ficaram logo evidentes. Nenhuma novidade, pois a presteza e a cordialidade de Alex já são conhecidas por colegas, pacientes, visitantes e outras pessoas que frequentam o HSR.

 

A Portaria Principal é um dos postos de trabalho de Alex | Foto: Divulgação Ascom – HSR

A história desse homem de 48 anos, casado e pai de dois filhos, começou a ser construída em 1998, quando resolveu fazer o curso de formação de vigilantes. Ele já trabalhou como auxiliar administrativo e, também, na área da indústria. Ficou quase dois anos desempregado e chegou a ir para o Rio de Janeiro em busca de novas oportunidades de emprego, mas resolveu retornar à Bahia, onde conseguiu uma vaga como vigilante, que mantém até hoje. Como nesta empresa ele tinha pouco contato com o público, continuou com um sonho antigo, trabalhar na sua área de formação, mas com outro tipo de atuação.  Foi então que apareceu o HSR em sua vida. “Eu gosto dessa coisa de lidar com as pessoas e vinha almejando, há muito tempo, trabalhar diretamente com o público, o que eu não fazia no outro emprego, pois o perfil era completamente diferente do daqui. Quando eu vim para o São Rafael, eu me encontrei”, disse Alex com um olhar que transbordava satisfação com o papel que desempenha no hospital: “Eu dou a minha contribuição, trato bem as pessoas, dou um bom atendimento, as informações que necessitam, um aperto de mão, uma palavra de conforto, tudo sem perder o profissionalismo, pois precisamos mostrar que o hospital precisa funcionar e que tem normas a serem respeitadas”, destacou.

Para Alex, o profissional que trabalha no atendimento direto ao público precisa estar sempre atento e ter um olhar diferenciado. “A gente convive diariamente com os pacientes da Hemodiálise e da Radioterapia, e a gente já sabe quais são as necessidades deles e quando eles precisam de algo diferente, a gente percebe. Esse é o nosso papel”, comentou.

 

O sorriso sempre o acompanha durante o atendimento ao público | Foto: Divulgação Ascom – HSR

O vigilante é o primeiro contato de uma pessoa que busca assistência hospitalar, sobretudo, quando o seu posto de trabalho é a portaria principal. E foi justamente neste local que Alex vivenciou duas das muitas histórias nesses quase oito anos de HSR. A primeira delas foi durante o dia, logo após o almoço, quando ele visualizou uma mulher desesperada, aos gritos, pedindo por socorro e tentando carregar o filho de aproximadamente 10 anos de idade e deficiente físico. Ele correu até o local, a poucos metros da portaria, e percebeu que a situação do garoto era grave. Alex, não pensou duas vezes, avisou aos colegas e levou a criança, carregada nos braços, para a Unidade de Emergência Pediátrica. O paciente chegou a ser transferido para a UTI Pediátrica, o que confirmava a gravidade do caso, mas, posteriormente, a sua avó voltou ao hospital e informou a Alex que a criança estava bem.

Outra história que marcou a vida de Alex foi a de um bebê de apenas oito meses de idade. “Não me lembro ao certo, mas era entre uma e duas horas da manhã, quando percebi uma mulher, do outro lado da rua, próximo à sinaleira, descendo de um carro. De repente ela começou a gritar. Num primeiro momento, pensei que tivesse sido um assalto, mas como ela estava com uma criança, me aproximei e percebi que o bebê estava desacordado e todo roxo”, contou o vigilante. Percebendo a gravidade da situação, ele tomou a criança da mãe, a colocou na palma de sua mão, de barriga para baixo, e começou a realizar manobras de primeiros socorros, aprendidas no curso de brigadista do HSR.  Sem resultado, pois a criança continuava desacordada, Alex não desistiu, até que a criança reagiu e foi encaminhada por ele à Unidade de Emergência Pediátrica. Depois de algum tempo, a criança retornou ao HSR, para realização de consulta e a sua mãe procurou Alex para agradecer.  “Essa é a melhor recompensa. Eu me sinto com o sentimento de dever cumprido”, pontuou o vigilante, que conta essas histórias com muito orgulho, pois ele sabe que o seu atendimento fez a diferença para esses dois pacientes, para essas duas mães, para essas duas famílias. Por isso, ele está aqui, estampando essa editoria do nosso Infomail, como um verdadeiro Rafaelino. Parabéns, Alex!!!!